quarta-feira, 22 de março de 2017

Visita ao CEMADEN


O Cemaden atua no monitoramento das ameaças naturais em áreas de riscos em municípios brasileiros suscetíveis à ocorrência de desastres naturais, além de realizar pesquisas e inovações tecnológicas que possam contribuir para a melhoria de seu sistema de alerta antecipado, com o objetivo final de reduzir o número de vítimas fatais e prejuízos materiais em todo o país.

Os principais desastres naturais registrados no Brasil são decorrentes tanto de excesso de água — deslizamentos em encostas, desmoronamentos, inundações, enxurradas — quanto decorrentes de sua escassez — colapso de safras agrícolas e de sistemas de abastecimento de água a populações humanas e animais, causadas por secas no Nordeste e em outras áreas susceptíveis, como Sul e Sudeste.


O Cemaden opera 24 horas por dia, sem interrupção, monitorando, em todo o território nacional, as áreas de risco de 957 municípios classificados como vulneráveis a desastres naturais. Entre outras competências, envia os alertas de desastres naturais ao Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Ministério da Integração Nacional (MI), auxiliando o Sistema Nacional de Defesa Civil. 

Pluviômetro semiautomático 

A Débora nos recepcionou e explicou a proposta do Cemaden Educação que atua junto às escolas de Ensino Médio localizadas em  áreas de riscos de desastres socioambientais. A proposta visa contribuir para uma cultura da percepção de riscos de desastres  e da construção de sociedades sustentáveis e resilientes. 


Agradecemos a oportunidade de conhecer  as atividades operacionais  na sala de situação e todo o processo que envolve a atuação coordenada entre vários  órgãos em relação à gestão de monitoramento e alertas, alarme e articulação, resposta e mobilização.

terça-feira, 21 de março de 2017

Visita Pedagógica na UNESP

Imagem UNESP 
Estação Meteorológica 


Agradecemos a todos da UNESP de São José dos Campos  pela oportunidade de conhecer os laboratórios do Curso de Eng° Ambiental e toda a infra estrutura que a faculdade oferece para os alunos que estão concluindo o Ensino Médio. Foi uma experiencia incrível. Agradecemos especialmente a Professora Luana pela parceria no desenvolvimento da Estação Meteorológica no Ensino Médio Integral. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Estação Meteorológica no Ensino Integral



A Meteorologia é uma área do conhecimento que envolve coleta e análise de dados atmosféricos que são fundamentais para o reconhecimento das condições atmosféricas essenciais para compreender e prever os fenômenos climáticos que podem influenciar o cotidiano das pessoas.
O estudo da Meteorologia agrega áreas como Física e Geografia e é uma ciência importante para a formação social e política das pessoas, especialmente para os alunos do Ensino Médio. O entendimento dos fenômenos climáticos pode contribuir para a percepção de riscos de desastres e criar novas possibilidades para uma aprendizagem transformadora. 


Objetivo:  Despertar o interesse pela meteorologia, características climáticas e suas alterações, numa perspectiva interdisciplinar para prevenção de desastres naturais.

Objetivos específicos:  Aplicação de conceitos de Física e  Geografia na compreensão de fenômenos meteorológicos;
-  Familiarização com os conceitos e a instrumentação básica da meteorologia pela observação, medição, organização, apresentação e interpretação dos dados registrados
- Mapa da vulnerabilidade de ameaças e riscos naturais no entorno da escola.
- Propiciar a criação de estratégias voltadas para a redução de vulnerabilidades a riscos na comunidade escolar.
- Aprendizagem significativa para a prevenção de desastres a partir da produção do conhecimento na escola.

Justificativa: Pode-se prever ou perceber as alterações nas condições climáticas de uma determinada região através do conhecimento de algumas grandezas como umidade relativa, temperatura, pressão e velocidade dos ventos, dentre outras. Assim, pretendemos mostrar como estas alterações podem ser observadas e qual as consequências dessas mudanças no entorno da escola. 

Parcerias: UNESP e CEMADEN 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Revitalização do Bosque

Parceria com o Professor Antônio para calcular a área do bosque que está sendo revitalizada através do suporte do  PDDE - ESCOLAS SUSTENTÁVEIS  
A revitalização do bosque faz parte de uma agenda permanente de ações identificadas como necessárias pelo coletivo escolar na construção de uma escola sustentável. Calcular a área do bosque para futura intervenção envolve os alunos nos  estudos sobre a situação do espaço físico da escola, análise sobre a viabilidade de intervenções arquitetônicas de acordo com critérios de sustentabilidade, bem como realização das adequações identificadas como prioritárias por meio de ecotécnicas.

A Resolução CD/FNDE n° 18, de 21 de maio de 2013 diz que “Escolas sustentáveis são definidas como aquelas que mantêm relação equilibrada com o meio ambiente e compensam seus impactos com o desenvolvimento de tecnologias apropriadas, de modo a garantir qualidade de vida às presentes e futuras gerações. Esses espaços têm a intencionalidade de educar pelo exemplo e irradiar sua influência para as comunidades nas quais se situam. A transição para a sustentabilidade nas escolas é promovida a partir de três dimensões inter-relacionadas: espaço físico, gestão e currículo.”


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Culminância : A natureza no urbano






Durante a Eletiva “ A natureza no urbano” veio o questionamento :
 - Como estão as unidades de conservação (UCs) da nossa região?
- Estão cumprindo seu objetivo de conservação da natureza?
- Tem um planejamento efetivo?
- Estão vulneráveis ou sofrendo ameaças? 

- Possuem recursos suficientes?

Para responder tais questões, os alunos se dividiram em grupo , realizaram diversas pesquisas e na culminância concluíram que as unidades de conservação são uma eficiente estratégia para reduzir a perda da biodiversidade. Mas, para garantir seu objetivo é preciso de uma boa gestão e fiscalização

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Relatório do Trabalho de Campo


Estamos acostumados a ver sempre o lado bom das coisas. Viver em São José dos Campos, uma cidade tecnologicamente estruturada, faz com que deixamos de perceber problemas sociais entre outras questões. A professora de Geografia Rosa propôs que fizéssemos um trabalho de percepção para observarmos mais um pouco da paisagem e do relevo ao nosso redor.

O nosso percurso foi um pouco extenso para que pudéssemos ver as inclinações e as condições que não estávamos habituados a observar. Iniciamos a proposta pela Rua Maria Francisca e continuamos pela Rua Vera Babo de Oliveira até a Rua Leonidia Dom Veneziane.  

Nesses percursos notamos muitos morros, em todos eles haviam famílias que enfrentam falta de mobilidade e construíram suas casas ali por falta de oportunidades. 

Com o auxílio do professor de matemática, Profº Antonio, medimos as inclinações e aí veio o questionamento: - Como uma senhora ou alguém que tenha algum comprometimento físico consegue se deslocar?  Observamos também vários trechos com calçadas estreitas e até mesmo trechos que sofrem a carência dela, colocando em risco a vida dos pedestres.

A infeliz realidade foi precisar descer correndo pela calçada para dividir o espaço com os carros que passam pela avenida. Onde está a infraestrutura da cidade que dizem ter uma tecnologia tão grande?  Será que temos que fingir que essa infraestrutura não atende a todos ?

No bairro Guimarães observamos um pouco mais a cidade. O bairro se formou na parte mais alta do entorno da escola. Ver que existe muitas casas e que a verticalização ainda não chegou no nosso bairro nos deu um grande alívio, porém, a cidade cresce rapidamente perdendo seus espaços verdes. Verificamos a carência de arborização em diversas ruas e caminhamos parte do percurso no sol.

A quantidade de animais pelas ruas, passando fome e sujeitos a pegar doenças cortou nosso coração. Para muitas pessoas é uma condição normal, mas o perigo está na transmissão de doenças, já que esses animais não são vacinados. O lixo também é outro problema. Água parada e encontramos até uma rato morto próximo a calçada.

O mais surpreendente do percurso foi ver uma casa que estava ao ponto de desabar. Essa situação é realidade para muitas pessoas que constroem suas casas em área de risco, justamente pela oportunidade de comprar um terreno barato. É estranho conviver com essa realidade e  não perceber que o problema é mais grave do que imaginamos já que no período das chuvas essa situação se agrava. Presenciamos também intensa degradação do solo e irregularidades na retirada da vegetação natural.

Como é possível pensar em algo positivo nesse cenário de degradação, exclusão e abandono? Quando olhamos o banhado e o verde que ainda existe na nossa região algo  parece nos motivar em busca de um futuro diferente. Mas é preciso conhecer o lugar onde vivemos para buscar soluções e não se acostumar com os problemas que estamos inseridos.

 Stephanie Santos 1C

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Trabalho de campo com o 1ºB






Aluno Rafael do 3 ano multiplica as ações de monitoramento da qualidade da água para os alunos do 1º ano
O monitoramento das águas do entorno da escola é uma proposta para reflexão sobre como os nossos hábitos cotidianos interferem nos recursos hídricos e encontrar soluções através de práticas adotadas pela educação ambiental. O monitoramento da água faz parte de um programa internacional de educação e sensibilização para conscientização e envolvimento na preservação dos recursos hídricos – World Water Monitoring Day – EUA.
Para realizar esta atividade utilizamos os seguintes parâmetros para os testes:  Oxigênio dissolvido, que mede quantas moléculas de oxigênio estão presentes na água.  O pH (Acidez) que mede se um líquido é ácido ou básico. A Turbidez (claridade) que mede a claridade da água e a temperatura para verificar o calor da água. O aluno Rafael do 3 EM  realizou o monitoramento em 2013 e esta multiplicando essa ação para  os alunos dos 1 º anos.
Desde 2013 monitoramos a qualidade das águas do entorno da escola para sensibilizar e conscientizar, não só os estudantes, mas toda a população do entorno, quanto à preservação dos recursos hídricos.
Para ampliar e dar continuidade as nossas ações, além dos testes da qualidade da água, organizamos diversas atividades, em diferentes momentos, contemplando outras áreas do conhecimento sobre a importância da preservação das águas do Rio Paraíba. É preciso entender que os diversos usos da água na Bacia Hidrográfica impactam na disponibilidade e qualidade da água.

            Foi possível observar que essa prática proporcionou constantes discussões sobre o uso racional da água e incentivou o desenvolvimento de ações ambientais, como a produção de mudas de árvores e o plantio na mata ciliar.